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   Anatomia Humana


PELE


Sede de milhares de glândulas de funções as mais diversas, a pele separa e protege o organismo de ações do meio externo. Desempenha, assim, função vital e, por isso, queimaduras que comprometam mais da metade de sua superfície podem provocar a morte.
Pele ou tegumento externo é o órgão protetor e sensorial que reveste o corpo dos animais. Dotada de múltiplas funções, a pele é sede de grande número de receptores sensoriais que informam o animal sobre as mudanças no meio ambiente. Algumas espécies secretam na pele substâncias que suscitam respostas de significado sexual, hierárquico, territorial etc. através da respiração cutânea, intercâmbio gasoso com o meio exterior, de especial importância no caso dos anfíbios.
A pele desempenha também papel de reserva alimentícia básica, ao acumular água e gordura, e é isolante térmico, relacionada com os mecanismos termorreguladores que conferem adaptabilidade às aves e mamíferos. Tem também função excretora, por eliminar anidrido carbônico e pequenas quantidades de produtos de escória metabólica, como a uréia e diversos sais.
Pele dos animais. Nos invertebrados pluricelulares mais elementares na escala evolutiva, como esponjas e celenterados, há uma única capa epidérmica de células mais ou menos planas. Nos crustáceos e moluscos, o tecido de revestimento externo é um envoltório endurecido com substâncias minerais. O tegumento alcança seu mais alto grau de complexidade e perfeição na pele dos vertebrados, sobretudo nos mamíferos. Nos peixes a epiderme é abundante em glândulas mucosas e formada por várias camadas de células vivas e pigmentares. Em algumas espécies encontram-se elementos bioluminescentes, ou seja,  que por reações bioquímicas, geram energia luminosa. As escamas derivam da derme e podem ser gamóides, placóides, conóides e atenóides. Alguns peixes, como o bagre, não possuem escamas. Nos anfíbios, a pele é de máxima importância para o intercâmbio gasoso. Para que este intercâmbio ocorra, ela deve manter-se úmida, o que é conseguido pela permanência em ambiente aquático. Certos sapos possuem na cabeça autênticas escamas de natureza dérmica e muitas espécies têm glândulas venenosas.
As camadas externas da epiderme dos répteis são endurecidas, tanto por origem dérmica como epidérmica. As de origem dérmica formam os chamados ossos dérmicos encontrados no dorso dos jacarés e na carapaça das tartarugas e cágados. As de origem epidérmica tanto originam as pequenas escamas imbricadas nos lagartos e cobras quanto forma placas córneas, como as dos jacarés e tartarugas. Nas aves, a pele é muito fina e desprovida de glândulas. As formações epidérmicas mais destacadas são as escamas nas patas, o bico, espécie de invólucro córneo que cobre os maxilares, as garras e as penas, que na realidade são escamas modificadas. Nos mamíferos, as formações epidérmicas mais características são as unhas, as garras e, nos rinocerontes, bovídeos e outros ruminantes, os chifres. Além dos vários tipos de escamas e pêlos, também os cornos dos cervídeos e das girafas são de ordem dérmica e constituem um envoltório córneo que recobre o osso e que nos cervídeos se renova periodicamente.

Pele humana. As características básicas da pele humana correspondem a um padrão semelhante ao dos demais mamíferos. Conforme a idade, sexo e localização, sua espessura varia entre 0,5 e 2mm e pode chegar a 4mm na palma das mãos e na sola dos pés. É permeável às vitaminas lipossolúveis e a partir do ergosterol sintetiza a vitamina D2, formada pelo efeito dos raios ultravioleta.


Estrutura da pele. A pele humana é formada de três partes: epiderme, derme ou córion e hipoderme, também chamada de tecido celular subcutâneo ou panículo adiposo. A camada mais externa da pele, ou epiderme, compõe-se de quatro camadas de células epiteliais denominadas, a partir do interior para o exterior, de germinativa ou basal, malpighiana ou corpo mucoso, granulosa e córnea. A epiderme é desprovida de nervos e irrigação sangüínea e sua nutrição é assegurada pelo plasma que circula nos espaços intercelulares. A camada basal ou germinativa é constituída por células que se dividem ativamente para substituir as células mortas das camadas superficiais. Está localizada na fronteira com a derme e é responsável pela produção da melanina, de suma importância para a pigmentação normal da pele humana, cuja coloração é também auxiliada pelo caroteno e pelas hemoglobinas. A camada córnea é constituída por várias camadas de células mortas pela ação do meio externo. A camada malpighiana ou corpo mucoso é a mais espessa da epiderme. Nas regiões planoplantares, entre as camadas granulosa e córnea existe mais uma, a lúcida, assim denominada por sua aparência. Essas camadas são desprovidas de vasos sangüíneos próprios e se nutrem do plasma circulante nos espaços intercelulares, oriundos dos capilares da derme. Nas mucosas, a epiderme apresenta apenas duas camadas, a basal e a malpighiana.
Mais profunda que a epiderme, a derme é ricamente vascularizada. Dividida em duas camadas, a papilar ou superior e a subpapilar ou inferior, compõe-se de fibras elásticas e conjuntivas, vasos linfáticos e sangüíneos, glândulas sebáceas e sudoríparas, elementos celulares variados, estruturas musculares e pequeno número de células e fibras nervosas. As glândulas sudoríparas são encarregadas da produção do suor, excretado por pequenos canais até os poros. Além de termorregulador, esse processo constitui importante complemento à atividade renal de eliminação de líquidos inúteis trazidos pelos vasos capilares. Já as glândulas sebáceas, em função de fatores hormonais, vertem uma secreção oleosa que atua como lubrificante. Predominam em certas áreas da pele, como nariz e fronte. As fibras nervosas recebem as sensações térmicas e táteis. As fibras elásticas, por sua vez, garantem o tônus da pele, que se reduz com o passar dos anos, sobretudo nas partes mais expostas à ação solar, com a formação de rugas.
A hipoderme é constituída de fibras elásticas e conjuntivas entrelaçadas. Área em que se acumulam as gorduras, garante, com suas fibras elásticas, a elasticidade da pele.


Fâneros. Fâneros são órgãos que se salientam na pele e dela derivam, tais como pêlos, unhas, penas etc. Pêlo é um filamento córneo com uma parte livre (haste) e outra oculta (raiz) e que cresce na pele dos homens e de alguns animais, exceto nas plantas das mãos e pés e na última falange dos dedos das mãos. A quantidade, a espessura e o comprimento do pêlo variam de acordo com idade, raça e sexo. Os pêlos da cabeça são chamados cabelos e, via de regra, são mais longos e densos que os demais. Crescem em média um centímetro por mês e são constantemente renovados, chegando a 160.000 fios numa cabeça. Atravessam períodos de nascimento, crescimento, estabilidade e morte. Os pêlos das axilas e os pubianos surgem na puberdade. Na mesma época crescem nos rapazes pêlos na face (barba), na linha abdominal e no peito, característicos do sexo masculino.
As unhas são constituídas por uma lâmina de queratina dura que recobre o dorso das falangetas. A meia-lua, ou lúnula, é branca por não estar firmemente ligada ao tecido subjacente. Seu crescimento é contínuo e se dá a partir da raiz. As unhas constituem elemento de defesa e proteção, assim como as garras e esporões dos pássaros, que também servem para a fixação nos galhos, e os chifres.


Doenças e alterações da pele. As moléstias da pele são tratadas pela dermatologia. Além de eritemas, ulcerações, pústulas, escamações e queda de cabelo, existem muitos outros problemas de pele. Também freqüentes são as afecções provocadas pela fotossensibilidade exagerada, causa de fenômenos alérgicos, ou pela exposição excessiva aos raios solares, que pode degenerar em câncer de pele. O albinismo é uma doença congênita mais comum nos negros, caracterizada pela falta de pigmentação e que pode ser parcial (partes do corpo) ou total (atingindo os pêlos, a coróide e a íris). O vitiligo também provoca a descoloração da pele, com manchas esbranquiçadas de distribuição irregular.
Entre as alterações congênitas da pele, duas se destacam pela freqüência relativa: o angioma, hiperplasia localizada de vasos sangüíneos da pele, que se apresenta como mancha ou exuberância vermelha; e a ictiose, causada por uma anomalia no processo de cornificação da pele, pêlos e unhas e caracterizada pela formação de escamas que conferem à pele aspecto que lembra tegumento de peixe ou lagarto. A pele reflete os mais variados sentimentos e emoções. Coceira intensa, caspa, herpes, queda de cabelo etc. podem ser mais que dermatoses e indicar situações de ansiedade, insegurança e tensão. A relação entre fatores psíquicos e problemas na pele é tão comum que parte dos médicos se voltam para a psicodermatologia






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