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   Evolução


ANIMAL PRÉ-HISTÓRICO


As condições da Terra mudaram de maneira gradativa ou depois de violentos cataclismos. Paralelamente evoluíram os organismos vivos, tanto vegetais como animais. Ao longo das eras geológicas, grupos inteiros extinguiram-se e deram lugar a outros, inteiramente diversos.
Vermes, trilobitas, moluscos e outros invertebrados. Dá-se o nome de animais pré-históricos àqueles que viveram antes da era histórica e hoje não existem mais. Os primeiros de que se tem notícia viveram no pré-cambriano, era geológica que compreende os tempos mais recuados, imediatamente posteriores à formação da Terra. Esses seres tinham formas semelhantes às das medusas, vermes e estrelas-do-mar. Na maior parte dos casos só restaram pegadas e marcas fósseis impressas nas rochas, motivo pelo qual seu conhecimento é muito impreciso. No entanto, a atividade da vida marinha animal naqueles tempos distantes deve ter sido muito intensa, já que a partir dela se originou grande parte dos grupos de invertebrados mais importantes.
Na era paleozóica, há cerca de 570 milhões de anos, adquiriram proeminência alguns artrópodes (animais dotados de patas articuladas) que apresentavam certa semelhança com os caranguejos: os trilobitas. O corpo desses animais, composto de segmentos, era protegido por uma dura carapaça que, constituída de três lóbulos longitudinais, continuava na cabeça, onde formava um escudo semicircular. Possuíam elevado número de patas, duas por segmento, assim como um par de compridas antenas, e viviam nos fundos dos mares primitivos. Os maiores alcançavam mais de setenta centímetros de comprimento. Depois de experimentar grande difusão, extinguiram-se, deixando múltiplos restos fósseis.
Junto aos trilobitas viveram numerosas espécies de esponjas, corais, medusas, vermes e moluscos, que se diversificaram progressivamente, à época em que surgiam os primeiros vertebrados aquáticos e terrestres. Os moluscos, e especialmente os cefalópodes (grupo a que pertencem as lulas), experimentaram grande apogeu na era mesozóica. Destacaram-se entre estes os amonites e os belemnites. Os primeiros, protegidos por conchas espirais, eram nadadores. Os belemnites, por sua vez, apresentavam uma carapaça reta e, como os anteriores, dispunham de numerosos tentáculos.
À medida que a vida conquistava a terra firme e as matas cobriam os continentes primitivos, proliferavam novos grupos de invertebrados: insetos, que alcançavam em certos casos considerável envergadura, como as libélulas gigantes, de aproximadamente setenta centímetros, aranhas e escorpiões, centopéias etc.


Peixes encouraçados e anfíbios. Na era paleozóica, enquanto os trilobitas se expandiam pelos mares, nas águas doces iniciavam sua evolução os primeiros vertebrados -- primitivos peixes desprovidos de mandíbulas. Muitos desenvolveram na parte anterior do corpo uma poderosa armação de placas ósseas, o que lhes dava um aspecto encouraçado: eram os chamados ostracodermos. Nestes, a porção final do tronco era formada de escamas em forma de losangos.
A maior parte dos ostracodermos extinguiu-se. Uma linha evolutiva deu origem às lampreias atuais e outra fez surgir os primeiros peixes com mandíbulas ou placodermos, também providos de placas ósseas. Alguns, como o Dunkleosteus, eram vorazes predadores e tinham mais de dez metros de comprimento. Apresentavam mandíbulas dotadas de poderosos dentes com os quais podiam romper a proteção óssea de outros peixes.
A partir dos placodermos originaram-se os peixes de esqueleto cartilaginoso, entre os quais se acham os tubarões, e os osteíctes, dotados de esqueleto ósseo. Alguns destes últimos, de barbatanas lobuladas e carnudas, e com sacos faríngeos capazes de armazenar ar, habitavam lagoas que secavam periodicamente, o que os obrigava a arrastar-se por meio de suas barbatanas até outras lagoas: derivaram desse grupo os anfíbios.
Entre os anfíbios primitivos, muito parecidos com os répteis, houve espécies de grande tamanho, providas de robustas caudas e patas, e de fortes mandíbulas. Alguns, como o Icthyostega, atingiram noventa centímetros de comprimento, e outros, como o Eryops, chegaram a medir 1,5m.


O reinado dos grandes répteis. Os primeiros vertebrados especificamente terrestres, em grande parte independentes do meio aquático, foram os répteis, que provinham dos anfíbios e apareceram na era paleozóica. Foi no entanto, durante a era mesozóica, há cerca de 200 milhões de anos, que esse importante grupo conquistou a supremacia na terra e produziu grande número de espécies, algumas das quais também se adaptaram aos meios aquáticos e aéreos. O domínio dos répteis foi prolongado, já que durou aproximadamente 140 milhões de anos, ao longo dos quais deram origem a formas gigantescas, que culminaram nos dinossauros.
No grupo de répteis denominados pterossauros, desenvolveram-se amplos prolongamentos membranosos entre o corpo e os membros anteriores, o que lhes permitiu voar. O pteranodonte possuía longos membros e alcançava uma envergadura de oito metros. Tinha a cabeça volumosa, e na parte da cauda sobressaía uma dilatação óssea que equilibrava o peso do enorme bico do animal. O pterodáctilo tinha porte menor e possuía um bico alongado com dentes.
Em outro ambiente, ictiossauros e plesiossauros adaptaram-se à vida marítima. Os primeiros eram parecidos com peixes, apresentavam uma barbatana dorsal e outra caudal, e dispunham de longas mandíbulas dentadas. Os plesiossauros, que chegavam a medir três metros de comprimento, apresentavam aspecto mais semelhante ao dos répteis. De pescoço alongado e serpentiforme, tinham nas extremidades barbatanas natatórias.
Um capítulo especial é constituído pelos dinossauros, muitos dos quais alcançaram dimensões colossais. Entre os maiores devem-se mencionar os diplódocos, com mais de 25m de comprimento. Esses sáurios tinham um longo pescoço que brotava de um corpo poderoso e maciço, cabeça pequena e cauda de considerável extensão. Eram herbívoros.
O brontossauro, que viveu na América do Norte, media cerca de vinte metros de comprimento, mais de quatro de altura, trinta toneladas e também era herbívoro. Ainda maior era o braquiossauro, com uma altura de 12,5m e um peso calculado em oitenta toneladas, igual ao de vinte elefantes de grande porte.
Alguns dinossauros possuíam placas córneas, chifres e outras defesas. Era esse o caso do tricerátopo, que ostentava dois cornos e uma crista na parte posterior da cabeça, e do estegossauro, com mais de seis metros de comprimento e dupla fileira de placas ósseas sobre o lombo. Houve também espécies carnívoras, como o megalossauro, de três metros de altura, que caminhava sobre as patas traseiras, e o tiranossauro, grande predador de aproximadamente 12m de comprimento e cinco de altura, igualmente bípede.
Depois de dominar a Terra durante mais de cem milhões de anos, os dinossauros extinguiram-se maciça e rapidamente. A causa de seu desaparecimento continua sendo um mistério para os cientistas, que elaboraram dezenas de teorias para explicá-la: desde repentinas mudanças climáticas até a possível ação de radiações cósmicas.


Aves e mamíferos pré-históricos. Os restos de ave mais antigos conhecidos pertencem ao arqueoptérix, que viveu há cerca de 150 milhões de anos e apresentava uma mescla de traços de ave, como possuir penas e certas características ósseas, e de réptil, como o fato de ter cauda comprida e dentes. Esses fósseis indicam que as aves descenderam de um grupo de répteis que adquiriu capacidade de voar, o que transformou sua anatomia e sua fisiologia.
Os mamíferos, por sua vez, já apareceram na era mesozóica, também a partir dos répteis, e durante o predomínio dos grandes sáurios apresentaram formas de pequeno tamanho. Com o declínio dos dinossauros, iniciaram sua brilhante expansão até cerca de sessenta milhões de anos atrás, já na era cenozóica.
Entre os grandes mamíferos se destacaram os proboscídeos, de dieta herbívora, que possuíam prolongamentos carnudos em forma de tromba e grandes presas semelhantes às dos elefantes. O dinotério alcançava cinco metros de altura e tinha duas presas curvadas para baixo. Outros, como o mastodonte, contavam com quatro presas projetadas para adiante. Na América do Sul viveu a preguiça gigante, o megatério, que tinha aproximadamente seis metros de comprimento e pesava várias toneladas.
Logo se desenvolveram também animais parecidos com o rinoceronte, como o paraceratério, com cerca de cinco metros de altura; outros aparentados com os tatus, como o gliptodonte, ou com os ruminantes, como o sintetócero, espécie sul-americana de aspecto semelhante ao dos antílopes, com dois chifres curvos na cabeça e outro bifurcado e proeminente na extremidade do focinho. No continente americano surgiram os primeiros animais aparentados com os cavalos, os pequenos Eohippus, de tamanho aproximado de um cão e que apresentavam quatro dedos nas patas dianteiras e três nas traseiras (os eqüídeos, no entanto, desapareceram posteriormente da América).
As profundas mudanças climáticas ocorridas durante o período quaternário, iniciado há cerca de dois milhões de anos, causaram um resfriamento geral, devido às glaciações. Isso deu origem a uma modificação radical da fauna. Surgiram assim espécies adaptadas ao clima glacial, como o rinoceronte felpudo, o mamute, o urso das cavernas, o urso ou touro primitivo, o cervo gigante e o felino conhecido como tigre-dente-de-sabre, o Smilodon. Boa parte dessas espécies animais foi contemporânea do homem primitivo, como se comprovou pelos ossos em jazigos pré-históricos.






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