Fisiologia da Transpiração - BioMania
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   Fisiologia Vegetal


FISIOLOGIA DA TRANSPIRAÇÃO


Introdução

A transpiração é a eliminação de água na forma de vapor que ocorre nos vegetais e animais por uma necessidade fisiológica, sendo controlada por mecanismos físicos, morfológicos, anatômicos e fisiológicos. Nos vegetais a transpiração ocorre principalmente através das folhas, que é a principal superfície de contato do vegetal com o ambiente.

 

1. A Transpiração e a Estrutura Foliar do Vegetal

O fenômeno da transpiração é fundamental para a vida do vegetal, mas deve ocorrer de modo a permitir a sobrevivência do mesmo, pois o excesso de perda d"água na forma de vapor pela transpiração pode levar à morte do vegetal.

Os vegetais apresentam várias adaptações para evitar a transpiração excessiva, de acordo com o ambiente onde vivem.

A organização do corpo do vegetal está relacionada diretamente com o fenômeno da transpiração. O número de folhas e a superfície foliar são fatores que determinam maior ou menor taxa de transpiração pelo vegetal.

As figuras a seguir mostram a organização vegetal e adaptações em relação à transpiração.

Nas caatingas do nordeste brasileiro encontram-se plantas semelhantes, como este facheiro fotografado na Paraíba, entre Campina Grande e São Gonçalo.

Gigantesco cactus do deserto do sudoeste americano. Esta planta não tem folhas e faz fotossíntese com seu caule suculento. O caule é adaptado para reserva de água e pode intumescer-se ou contrair-se convenientemente, através de sua estrutura típica. Este caule tem um sistema radicular extenso, o que lhe permite absorver água de uma área ampla. Os cactus vizinhos são encontrados a não menos do que 8 a 10 metros, provavelmente devido à alguma ação mutuamente inibitória. Todavia, pequenos arbustos podem medrar na área onde crescem esses cactus.

 

2. A Medida da Transpiração

A transpiração pode ocorrer através dos estômatos, sendo definida como transpiração estomática (Te), mas também pode ocorrer através da cutícula , que é uma camada de cera que está na superfície da folha, para evitar excesso de perda d"água pelo vegetal, definida como transpiração cuticular (Tc). A transpiração total (Tt) é definida como a somatória das transpirações definidas anteriormente.

 Tt = Te + Tc

 

3. A Estrutura do Estômato

Os estômatos aparecem normalmente na epiderme inferior das plantas terrestres; sendo folhas hipoestomáticas, evitam a incidência direta do sol sobre os estômatos, diminuindo deste modo o excesso de transpiração pelo vegetal.

Em plantas aquáticas como a vitória-régia, os estômatos aparecem na epiderme superior, para garantir as trocas gasosas de oxigênio e gás carbônico, que ocorrem entre o vegetal e a atmosfera. Neste caso, as folhas são epiestomáticas.

As gramíneas, que apresentam grande distribuição geográfica em todo o planeta, apresentam estômatos nas duas epidermes, apresentando folhas anfiestomáticas, pois seu crescimento normalmente é perpendicular ao solo.

O estômato é uma estrutura formada por células estomáticas ou guardas que delimitam uma abertura chamada ostíolo ou fenda estomática, por onde ocorre a transpiração do vegetal , assim como as trocas gasosas com o ambiente.

A figura a seguir mostra a anatomia da folha e a estrutura do estômato dos vegetais.

 

4. Os Mecanismos de Abertura e Fechamento dos Estômatos

Através da abertura e fechamento dos estômatos o vegetal controla a taxa de transpiração, respondendo a fatores como a disponibilidade de água, luz, temperatura e umidade relativa do ar.

A - Os Movimentos Hidroativos

A abertura e o fechamento dos estômatos são controlados pela disponibilidade de água para o vegetal.

Quando as células estomáticas ganham água de suas células vizinhas, as células anexas, a parede delgada da célula estomática sofre distensão, também ocorrendo a distensão das paredes reforçadas do estômato, levando à sua abertura.

Quando ocorre o contrário, as paredes delgadas dos estômatos sofrem relaxamento, e as paredes reforçadas fecham o estômato.

A figura a seguir mostra os movimentos estomáticos de acordo com a disponibilidade de água para a planta.



Os animais mais estranhos do planeta

Glaucus atlanticus é uma espécie de lesmas-do-mar pelágicas pertencente ao grupo dos moluscos nudibrânquios da família Glaucidae, sendo a única espécie conhecida do género Glaucus

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