Órgãos Sensoriais - BioMania
Slides Premium estão de volta!!
Clique aqui e saiba mais

Menu
Busca



INFORMATIVO
DVDs Slides Premium - Ciências e Biologia
São mais de 7.500 slides em todos os assuntos de Ciências e Biologia, prontos para sua apresentação, trabalho, aula ou estudo.
Produto será disponibilizado por download.
De R$ 59,90 por apenas
R$ 9,90.
Unidades Limitadas.
Clique aqui e saiba mais

   Fisiologia


ÓRGÃOS SENSORIAIS


1. Introdução

Os animais contam com uma série de "janelas" abertas para o meio, ou seja, estruturas que colocam o sistema nervoso em contato com os estímulos provenientes do ambiente: cheiro, imagens, sons, etc. Essas estruturas são os chamados órgãos sensoriais.

As informações referentes ao ambiente são percebidas pelos órgãos dos sentidos e continuamente enviadas ao encéfalo, na forma de impulsos nervosos. Portanto, pode-se dizer que os órgãos sensoriais são transdutores, pois convertem uma forma de energia (som, luz, calor, etc.) em outra (impulso nervoso).

A porção inicial dos nossos equipamentos sensoriais é constituída pelos receptores, cuja função é converter diferentes formas de estímulos ambientais em um potencial gerador, em suas menbranas. Esses receptores conectam-se com fibras nervosas, cujos neurônios transformam esse potencial gerador em um potencial de ação, transmitindo-o para o encéfalo na forma de um impulso nervoso.

Podemos classificar os receptores sensoriais, de acordo com a natureza do estímulo que o excita, em:

· receptores de superfície;

· fotorreceptores;

· receptores químicos;

· fonorreceptores; e

· receptores posturais.

 

2. Receptores de Superfície

Também são chamados receptores sensoriais cutâneos, localizados na pele. Os receptores de Krause são receptores de frio; os receptores de Ruffini são receptores de calor. As informações recolhidas por ambos, juntamente com as informações sobre a própria temperatura do corpo, desencadeiam mecanismos que garantem a homeotermia.

Há dois tipos de receptores mecânicos, na pele: os receptores de Meissner são sensíveis ao tato superficial, e discriminam as sensações de textura; os receptores de Vater-Pacini são sensíveis à pressão.

Existem ainda, na pele, as terminações nervosas livres, sensíveis à dor. Apesar do evidente desconforto gerado pela dor, ela deve ser encarada como um poderoso instrumento adaptativo. Afinal, se há dor é porque deve haver lesão, o que obriga os animais a se cuidarem, poupando a estrutura dolorosa. Trata-se, portanto, de um "sinal de alerta".

 

3. Fotorreceptores

Fotorreceptores são encontrados mesmo em protozoários. Neles, certas áreas, chamadas manchas ocelares, são sensíveis à luz. Alguns protozoários têm fototropismo positivo (deslocam-se em direção à luz); enquanto que outros têm fototropismo negativo (afastam-se da fonte de luz).

Nos metazoários, as estruturas fotossensíveis que não formam imagens mas permitem detectar a presença de luz são chamadas ocelos, encontrados em platelmintos, anelídeos e em algumas classes de moluscos, como gastrópodes e bivalvos.

Os fotorreceptores que formam imagens são, genericamente, chamados de olhos. Basicamente, encontram-se dois tipos de olhos: os olhos compostos, como os dos insetos, e os olhos de câmaras, como os dos vertebrados.

O olho composto, dos insetos, é formado por unidades chamadas omatídeos. A imagem que o olho composto oferece é chamada "imagem em mosaico", formada por milhares de pequenas imagens.

Os olhos mais desenvolvidos e que oferecem melhor qualidade de imagem são os olhos de câmara, encontrados nos moluscos cefalópodos e nos vertebrados. Esse tipo de olho guarda muitas semelhanças com uma máquina fotográfica.

Como em uma câmara fotográfica, a imagem que se projeta sobre a retina é invertida. O cérebro encarrega-se de invertê-la, oferecendo-nos a visão correta das coisas.

O globo ocular é revestido por uma camada de tecido fibroso chamado esclera. Externamente a ela, está uma membrana bem mais delgada e transparente, conjuntiva. Na porção mais anterior do globo, a esclera tem uma parte transparente, a córnea. Trata-se da mais poderosa lente convergente do olho. O espaço interno do globo ocular é ocupado pelos humores: humor aquoso (entre a córnea e o cristalino) e humor vítreo (do cristalino até a retina).

Após atravessar a córnea e o humor aquoso, o feixe de raios luminosos passa pelo cristalino, outra lente convergente. Embora seu poder de convergência não seja tão elevado quanto ao da córnea, ele tem uma propriedade peculiar: encontra-se ligado ao músculo ciliar, que pode aumentar ou diminuir sua curvatura. Dessa forma, permite a focalização correta de objetos colocados a diferentes distâncias. Essa capacidade de focalização chama-se acomodação visual, e diminui com o envelhecimento, pois o cristalino vai gradativamente perdendo sua elasticidade.

A quantidade de luz que alcança o interior do globo ocular depende do diâmetro da pupila, o orifício da íris (parte colorida dos olhos). Em locais escuros, a pupila encontra-se bastante aberta; em locais intensamente iluminados, fecha-se.

Depois de atravessar o cristalino e o humor vítreo, o feixe luminoso atinge a retina, membrana apoiada sobre a porção posterior da face interna da esclera, onde estão as células fotossensíveis.

 

As células fotossensíveis da retin






Os animais mais estranhos do planeta

O tubarão-duende (Mitsukurina owstoni) é uma espécie que habita nas águas profundas, raramente é visto com vida. Atinge até 5 metros de comprimento. Vive no fundo do mar, e já foi encontrado a 1200 metros de profundidade, no oeste do ...




[ Mandar esta matéria para um amigo ]
 
Disciplinas
Aeronáutica e astronáutica 
Anatomia Humana 
Artrópodes 
Astronomia 
Biofísica 
Biografias 
Bioquímica 
Botânica 
Citologia 
Dinâmicas 
Ecologia 
Embriologia 
Evolução 
Fisiologia 
Fisiologia Vegetal 
Frutas Comestiveis 
Genética 
Geografia Fisica 
Geologia 
Histologia 
Ictiologia 
Imunologia 
Invertebrados 
Meio Ambiente 
Microbiologia 
Patologias 
Reproduçao 
Taxonomia 
Vertebrados 
Zoologia 
 
© 1999/2016 - BioMania- Todos os direitos reservados