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   Citologia


AS RELAÇÕES HÍDRICAS NAS CÉLULAS VEGETAIS


1. Relações Hídricas nas Células Vegetais

Como já foi dito anteriormente, se duas soluções se mantêm separadas por uma membrana seletivamente permeável, ocorre passagem de água da solução mais diluída para a mais concentrada, por osmose. Se uma célula animal está em um meio hipotônico, a entrada de água por osmose pode ser suficiente para arrebentá-la.

Com as células vegetais, o mesmo não acontece, pois elas possuem uma membrana colocada externamente à membrana plasmática: é a parede celular, ou membrana esquelética, constituída por celulose, um polissacarídeo.

Embora totalmente permeável, a parede celular é pouco distensível, impedindo que a célula arrebente, quando recebe água por osmose. Grosseiramente, poderíamos comparar com alguém tentando encher uma bexiga de borracha que está dentro de uma caixa de sapato. Quando a bexiga ocupa todo o espaço interno da caixa, por mais que se tente, não se irá conseguir enchê-la mais.

Assim, a entrada de água em uma célula vegetal não depende apenas da diferença de pressão osmótica entre os meios intra e extracelular, principalmente da pressão osmótica do líquido presente nos grandes vacúolos das células vegetais (o suco vacuolar). Depende, também, da pressão contrária exercida pela parede celular. Essa pressão é conhecida como pressão de turgescência.

Chamemos de PO a pressão osmótica, e de PT a pressão de turgescência. Assim, teremos que:

 

DPD = PO - PT

 

onde DPD é o déficit de pressão de difusão de água.

 

Tomemos três situações:

 

1) Quando a célula está em um meio isotônico em relação ao seu suco vacuolar, a parede celular não oferece resistência à entrada de água, pois ela não está sendo distendida. Portanto, a pressão de turgescência é igual a zero (PT = 0). Mas como as concentrações de partículas dentro e fora são iguais, pois o meio é isotônico, a pressão osmótica também é igual a zero (PO = 0). Portanto:

 

DPD = PO - PT

 

mas como PT = 0 e PO = 0,

 

DPD = 0

 

Nessa circunstância, diz-se que a célula está flácida.

 

 

2) Quando a célula está em um meio hipotônico, há diferença de pressão osmótica entre os meios intra e extracelular, e a pressão osmótica é maior que zero (PO>0).

À medida que a célula absorve água, seu volume aumenta e a membrana plasmática começa a distender a parede celular, que passa a oferecer resistência à entrada de água. Ao mesmo tempo, a entrada de água dilui o suco vacuolar, diminuindo a sua pressão osmótica.

A água continua entrando na célula até que a parede celular atinja a distensão máxima impedindo que o volume aumente mais. Nessa situação, a PO se iguala à PT e a célula entra em equilíbrio osmótico com o meio. Nessa situação a célula está túrgida.

 

 

 

Como a pressão de turgescência (PT) de igualou com a pressão osmótica (PO), temos que:

 

se PO = PT e DPD = PO - PT, portanto

DPD = 0

 

A célula está túrgida.

 

3) Quando a célula é colocada em solução hipertônica em relação ao seu suco vacuolar, perde água por osmose e se retrai, deslocando a membrana plasmática da parede celular.

Como não há contato da parede celular com a membrana plasmática, ela não exerce pressão de turgescência (PT = 0).

Nesse caso:

 

DPD = PO - PT, mas como PT = 0

DPD = PO

 

Diz-se que a célula está plasmolisada.

Caso ela seja colocada novamente em um meio hipotônico, absorve água e retorna à sua situação inicial. O fenômeno inverso da plasmólise se chama deplasmólise.

 

4) Quando uma célula vegetal fica exposta ao ar, perde água por evaporação e se retrai. Nesse caso, o retraimento é acompanhado pela parede celular. A célula está dessecada.

 

Retraída, a parede celular não dificulta a entrada de água, mas, pelo contrário, a auxilia, funcionando como uma bomba de sucção.

Na célula dessecada, a pressão de turgescência se dá a favor da entrada de água. Portanto:

 

DPD = PO + PT






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